sábado, 2 de maio de 2026

31 Campeonatos

Oh, meu Porto, onde a eterna mocidade
Diz à gente o que é ser nobre e leal
Teu pendão leva o escudo da cidade
Que na história deu o nome a Portugal

Oh, campeão, o teu passado
É um livro de honra de vitórias sem igual
O teu brasão abençoado
Tem no teu Porto mais um arco triunfal

Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto

Quando alguém se atrever a sufocar
O grito audaz da tua ardente voz
Oh, oh, Porto, então verás vibrar
A multidão num grito só de todos nós

Oh, campeão, o teu passado
É um livro de honra de vitórias sem igual
O teu brasão abençoado
Tem no teu Porto mais um arco triunfal

Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto, Porto, Porto
Porto, Porto


sexta-feira, 24 de abril de 2026

Visita Pastoral

Grupo Cultural e Recreativo de Santa Maria de Ribeiros recebeu o Bispo Auxiliar de Braga, D. Delfim Jorge Esteves Gomes, no contexto das Visitas Pastorais, acompanhado pelo pároco da freguesia de Ribeiros, Padre José Maria Fernandes.

sábado, 11 de abril de 2026

Jornadas 2 anos de governação

História de Portugal

Portugal foi fundado em 1143, ano da celebração do Tratado de Zamora. O Tratado, assinado entre D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, e Afonso VII de Leão e Castela, reconhece o estatuto jurídico de Portugal como reino independente. Em 1179 esse estatuto foi confirmado pelo Papa Alexandre III.

Durante os sécs. XII e XIII os reis portugueses foram alargando as fronteiras, até à conquista do Algarve, consolidando um território praticamente inalterado até hoje.

Com as fronteiras definidas, Portugal começou a olhar para dentro. Em finais do séc. XIII o rei D. Dinis criou a prestigiada Universidade de Coimbra, uma das mais antigas da Europa. Nos centros mais importantes edificaram-se castelos, palácios e catedrais, e sedimentou-se a administração territorial.

Em 1385, na sequência de um movimento popular, D. João I foi aclamado rei, iniciando-se a 2.ª dinastia. Os filhos de D. João I e de D. Filipa de Lencastre seriam apelidados em "Os Lusíadas", de Luiz Vaz de Camões, de “Ínclita geração, altos Infantes”, pela instrução, humanismo e qualidades governativas que demonstraram.

De entre eles, um ficou conhecido para a História como visionário e principal obreiro dos Descobrimentos, uma das grandes aventuras da Humanidade. Graças ao ímpeto do Infante D. Henrique, também conhecido como "Henrique o Navegador" as caravelas portuguesas cruzaram os mares, fazendo uso dos melhores conhecimentos científicos e práticos da altura. Durante os sécs. XIV, XV e XVI navegaram até África, ao longínquo Oriente e às profundezas do continente sul-americano. Conquistaram terras, amealharam riquezas e trouxeram para a Europa coisas jamais vistas.

Em 1498 Vasco da Gama descobriu o caminho marítimo para a Índia, e em 1500 Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil. Os portugueses chegariam ainda a Oman (1508), à Malásia (1511), a Timor (1512), à China (1513) e ao Japão (1543). Foi também um português, Fernão de Magalhães, que planeou e comandou, entre 1519 e 1522, a primeira viagem de circum-navegação do globo.

Terá sido, talvez, o início da globalização. Para celebrar esta era, e em particular a chegada à Índia, o rei D. Manuel mandou erigir o Mosteiro dos Jerónimos – obra singular na qual se destacam os motivos náuticos, e integrou a esfera armilar na bandeira portuguesa.

O pequeno reino era agora o maior império do mundo. Em Portugal juntavam-se sábios e mercenários, cientistas e pintores, comerciantes e poetas, escravos e príncipes. Mas tal poder e riqueza culminaram na trágica morte do jovem rei D. Sebastião, numa batalha em Alcácer Quibir, no Norte de África. O trono então vago foi ocupado pela dinastia espanhola dos Filipes, que juntaram os dois Estados durante 60 anos de união pessoal.

Em 1640 Portugal voltou a ter um rei português, D. João IV, que restaurou a independência. No séc. XVIII, D. João V, rei absolutista e amante das artes, mandou construir em Mafra um grandioso convento-palácio e, em Lisboa, o Aqueduto das Águas Livres.

Contudo, a luxuosa e exótica capital do reino desapareceu quase completamente em 1755 devido a um devastador terramoto. Foi o Marquês de Pombal, ministro do rei D. José, quem inventou uma nova Lisboa, monumental e melhor preparada para enfrentar as fúrias da natureza.

No início do séc. XIX as tropas de Napoleão invadiram Portugal e a corte mudou-se para o Brasil, a fim de assegurar a continuidade dinástica e assim a independência de Portugal. Quando, 14 anos mais tarde, em 1821, o rei D. João VI regressou a Portugal, o país era diferente: para além das marcas deixadas pelos anos de guerra surgira entretanto o movimento liberal, o qual transformara o panorama político nacional. O poder do rei não mais era absoluto e a primeira constituição estava em vias de ser aprovada.

Quando D. João VI morreu, em 1826, a situação política era confusa, quer do ponto de vista político, quer dinástico. Em 1828 deflagrou a guerra civil, com dois filhos de D. João VI a disputar o trono: D. Miguel, aclamado pelas cortes, que defendia uma visão tradicionalista e se opunha à Constituição, e D. Pedro que defendia o liberalismo e a Constituição mas que, por ter declarado em 1822 a independência do Brasil e ser Imperador deste país, estava impedido de ocupar o trono português.

A disputa seria finalmente decidida em 1834, com a Convenção de Évora Monte, que acabou com a guerra civil e determinou o regresso a uma versão liberal e constitucional da monarquia portuguesa.

As ideias republicanas começaram a ganhar cada vez mais força a partir dos finais do séc. XIX. Na sequência do regicídio de D. Carlos em 1908, e da revolução de 5 de outubro de 1910, a República acabou por ser instaurada. D. Manuel II foi o último rei de Portugal e Teófilo Braga o primeiro chefe de Estado republicano, na qualidade de presidente do Governo provisório. Manuel de Arriaga foi o primeiro presidente eleito da República Portuguesa.

Depois de um período conturbado e da participação portuguesa na 1.ª Guerra Mundial, deu-se a 28 de maio de 1926 um golpe militar que pôs fim à Primeira República. Iniciou-se então um período de ditadura militar que terminou com a aprovação da Constituição de 1933. Através desta foi instaurado o Estado Novo, regime autoritário, corporativista e de partido único dominado pela figura de António Oliveira Salazar, que governou o país durante quase meio século.

A 25 de abril de 1974 a "Revolução dos Cravos" devolveu a liberdade e a democracia aos portugueses, rapidamente reconhecendo a independência das antigas colónias em África.

De novo dentro das suas fronteiras originais, Portugal tornou a virar-se para a Europa. Em 1986 o país aderiu à CEE - Comunidade Económica Europeia e, desde então, os portugueses têm participado com entusiasmo na construção de uma nova Europa, sem contudo esquecerem a sua História, o seu caráter e as suas tradições.

domingo, 1 de março de 2026

Distrital de Braga do PSD 🍊✌🏻

Bom dia. Cumprimentar todos os membros deste grupo em primeiro lugar. Ontem terminou uma etapa do PSD Fafe, com duas candidaturas em disputa, o que já não acontecia há vários anos. Não sei até se assim já aconteceu no passado, ou se é a primeira vez (a nível da comissão política). Este desafio começou muito cedo, bem lá atrás, altura em que o vencedor iria ser o vice-presidente da nossa Clara. Entretanto, mudou o rumo da candidatura e aconteceu esta divisão. Como já não haveria muito tempo para ativar os nossos mais próximo, em termos de quotas e como já haveria pouco a fazer em termos de união, a solução foi tentar motivar os militantes a votar em nós. Ficou provado que estava feito um trabalho desde o período pós-eleitoral autárquico daqueles que querem a união do PSD FAFE mas sempre foram os que nos dividiram e Irão assim continuar. A destruir. Cabe-nos participar, dar força aos nossos vereadores, a (alguns) membros da nossa assembleia municipal, às nossas juntas, criticar em sede própria e motivar o grupo a não desistir porque a batalha perdeu-se mas o caminho é longo e dois anos passam depressa. Nunca esquecer o que se passou nesta eleição em termos de criação de dificuldade à participação da nossa lista, traição de membros da lista, militantes que ficaram ativos sem sequer ter número de telemóvel e email, militantes que não residem em Fafe e bloqueios de redes sociais... Tudo porque a democracia não é praticada no nosso partido e há quem se sinta muito mal com o pluralismo de ideias e opiniões. Os velhos do Restelo estão de volta ao partido, valeu de tudo e agora é tempo de os observar e deixar trabalhar da forma que bem querem, sem nunca esquecer, como disse atrás, a forma como mal trataram o partido, as autárquicas passadas, este ato eleitoral,bem mais e mais e mais. São estes os que vão unir o PSD. Os que não deram a vitória à Zezinha, os que motivaram o voto em antero Barbosa, os que não votaram no partido e apenas olham para si mesmos. Um abraço a Todos. 🍊✌🏻 Viva o PSD. Viva Fafe. 🇵🇹

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Lista B

Hoje apresento-vos a equipa da Lista B, candidata às eleições internas na Concelhia do PSD.

Homens e mulheres com percursos diferentes, experiências complementares e uma convicção comum: o PSD de Fafe pode fazer mais, pode ouvir melhor e pode liderar com ambição.

Esta não é uma candidatura de uma pessoa. É um compromisso coletivo. É a vontade de acordar a social-democracia no nosso concelho, de mobilizar novos militantes, de envolver quem se afastou e de abrir portas a quem quer participar.

Sabemos que houve momentos difíceis. Sabemos que houve descrença. Mas também sabemos que os partidos não se abandonam, transformam-se. E é isso que escolhemos fazer.
Estamos prontos. Com energia, com sentido de responsabilidade e com respeito pela nossa história.

No próximo dia 28, os militantes escolherão qual o perfil que melhor responde ao tempo político e social que vivemos.
Nós escolhemos agir.
Contamos consigo.

#psdfafe #PSD #fafe

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Corfu 🇬🇷

Acrópole 🇬🇷

Athens 🇬🇷

Eleições PSD

Realizam-se no próximo dia 28 de fevereiro as eleições para a distrital de Braga e concelhia de Fafe do PSD. 

Apoio convictamente a Clara Paredes Castro (concelhia) e o Carlos Eduardo Reis (distrital) para o exercício das funções de presidente, dos próximos anos. Ambos têm um projeto para o presente e com visão para o futuro, com proximidade às gentes dos seus territórios e grandes conhecedores dos mesmos, com exercício de funções que os obrigam a isso mesmo - vereadores dos seus respetivos municípios. 

Foi na política de proximidade que sempre me envolvi e é assim que quero, um dia, continuar a prestá-la. 
Encabeçarei uma lista de delegados à Assembleia Distrital de Braga do PSD, da secção de Fafe, assente nestes desígnios. Conto com Todos os Militantes.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026